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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Metade dos CENSORES do Facebook são maometanos marroquinos!



O criador do Facebook, Mark Zuckerberg, prometeu apoiar a liberdade de expressão; duas semanas depois, proibiu as críticas ao Islão.


A seguir a cada ataque islamista, emite comunicados a expressar a sua preocupação com possíveis "represálias" sobre os muçulmanos. As páginas de grupos terroristas que matam judeus - como ele - são muito menos incomodadas que as que denunciam a verdadeira face do Islão.
Zuckerberg deve achar que, por ser judeu, deve mostrar uma "tolerância" a tudo, até à irracionalidade...

Facebook adopta política formal de censurar a crítica do Islão

Há muitos anos que o Facebook censura as críticas ao Islão. No entanto, agora é uma política formal.
O Facebook tem um exército de censores que trabalham em países do terceiro mundo por 1 dólar e meio à hora.
Quase metade dos censores do Facebook trabalham num edifício de escritórios em Marrocos, que é um país muçulmano. Mesmo que não fosse essa a política formal do Facebook, o resultado final seria  o mesmo: as críticas ao Islão seriam excluídas.

No entanto, o Facebook acaba de anunciar que está a introduzir uma política formal de apagar páginas que sejam críticas do Islão.

https://www.timesofisrael.com/erdogan-lashes-out-at-provocative-charlie-hebdo/

 O tirano Erdogan veio 'marchar' a Paris após o Massacre do Charlie Hebdo.


Imediatamente após o primeiro-ministro turco ter marchado pela "liberdade de expressão" em Paris, o governo turco bloqueou centenas de sites da Internet.
A principal razão para bloquear os sites foi a publicação dos desenhos do Charlie Hebdo.

O governo turco deu ao Facebook um ultimato. Ou proibia as críticas ao Islão, ou seria banido na Turquia. O site fundado por Zuckerberg respondeu que iria instituir uma proibição mundial de críticas ao Islão no Facebook

Actualmente, a Turquia bloqueia o Twitter e o Youtube por permitirem críticas ao Islão.

https://freespeechdebate.com/discuss/fear-farce-and-tragedy-how-turkey-reacted-to-the-charlie-hebdo-murders/

Muçulmanos turcos manifestam-se contra os desenhos de Maomé.


O Facebook censurou os conservadores desde que o site foi fundado. Recentemente, o Facebook apagou o Mês Americano da História Branca, uma página com 300.000 seguidores (uma nova versão da página podia ser encontrada aqui, mas também foi censurada).

Mark Zuckerberg contradisse a sua declaração pública sobre liberdade de expressão, em 1/9/15:

"Há alguns anos, um extremista do Paquistão tentou que eu fosse condenado à morte, porque o Facebook recusou proibir um conteúdo sobre Maomé que o ofendeu. 
Nós reagimos contra isso porque as vozes diferentes - mesmo que sejam às vezes ofensivas - podem tornar o mundo um lugar melhor e mais interessante. 
O Facebook sempre foi um lugar onde as pessoas em todo o mundo compartilham as suas opiniões e ideias. Seguimos as leis em cada país, mas nunca deixamos que um país ou grupo de pessoas dite o que as pessoas podem compartilhar em todo o mundo. 
Ao reflectir sobre o ataque de ontem e sobre a minha própria experiência com o extremismo, concluo que é isso que todos nós precisamos rejeitar - que um grupo de extremistas tente silenciar as vozes e opiniões de todos os outros ao redor do mundo. 
Eu não vou deixar isso acontecer no Facebook. Estou empenhado em construir um serviço onde cada um possa falar livremente, sem medo de violência.
Os meus pensamentos estão com as vítimas, com suas famílias, com o povo da França e com as pessoas de todo o mundo que optam por compartilhar suas opiniões e ideias, mesmo quando isso requer coragem. # JeSuisCharlie".

- Artigo de CONSERVATIVE HEADLINES, que há muito queríamos traduzir, mas o site está geralmente sob ataque informático islamo-esquerdista.

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PARA SE TER UMA NOÇÃO DO QUE É A CENSURA NO FACEBOOK:



O blogger d' O Ovo da Serpente foi bloqueado no Facebook por ter denunciado um racista, simpatizante nazi e negador do Holocausto... que usa o Facebook para promover as suas ideias.
Uma simples imagem que promove o casamento tradicional, foi censurada:


No entanto, o incitamento ao assassínio de polícias brancos, do grupo supremacista racista Black Lives Matter (a sua conhecida campanha "Fuck the Police") é permitida no Facebook:

Os casos de censura no Facebook são permanentes. A propaganda no terrorismo islâmico é autorizada, com toda a naturalidade. Mas quem se proponha debater o extremismo islâmico, a manipulação dos media pela extrema-esquerda islamófila, a ideologia de género e outros dogmas modernaços, é simplesmente CENSURADO.


Este é um site que se dedica a compilar casos de CENSURA exercida pelo Facebook:




GOOGLE, FACEBOOK e YOUTUBE juntam-se à JIHAD

 






Tudo quanto mostre a realidade do Islão é removido do YouTube sob pretexto de que é "islamofobia". Não estamos a falar de nenhuma brincadeira: é executado 1 cristão a cada 5 minutos (fora os outros "infiéis").

Facebook. Twitter, YouTube, Google, tudo o que possa constituir veículo de disseminação da Verdade e alternativa aos media tradicionais (assumidamente islamo-esquerdistas), está sob CENSURA. A doutrina islâmica manda apagar todas as provas da sua iniquidade. A verdade, para o Islão, é considerada difamação. Sempre assim foi e sempre assim será. 
O YouTube está permanentemente a apagar os vídeos que demonstram o que é o Islão, e até já apagou até canais inteiros (como por exemplo o Palestinian Media Watch, que, felizmente, foi obrigado a restaurar, devido à indignação de milhões de pessoas).
O YouTube censura a crítica ao Islão, o Facebook bane os utilizadores que façam o mesmo, o Twitter foi comprado por um bilionário jihadista toxicodependente e impõe a sharia sem cerimónias, o Google promove o terrorismo islâmico e o Nazismo, bloqueia sites e altera as suas definições para branquear a brutal ideologia islamista:






Ora leia lá este artigo, que vale bem a pena; atente ao que realçámos a amarelo:

GOOGLE ADERE À JIHAD 
O gigante dos motores de busca aproxima-se dos supremacistas islâmicos.



O Google, o omnipresente mecanismo de busca da Internet, está sob fogo esta semana por censurar os resultados negativos da pesquisa sobre o Islão. Se você digitar "Cristianismo é" na caixa de busca do Google, imediatamente aparecerão uma série de complementos sugeridos para a frase, a maioria deles depreciativos: "O Cristianismo é m**da", "O Cristianismo não é uma religião", "O Cristianismo é uma mentira", "O Cristianismo é falso""O Cristianismo é errado ", "O Cristianismo é falso". Nenhum resultado positivo é sugerido. O mesmo se passa com o "Budismo é", e a frase é mais uma vez completada com inúmeras sugestões negativas: "Budismo é errado", "Budismo não é o que você pensa", e assim por diante. Mas digite "O Islão é", e nada surge. As sugestões negativas que inundam o pesquisador de outras religiões estão longe de ser vistas. 
O Google, no entanto, diz que foi tudo um erro, e nega favorecer o Islão. "É um bug", insistiu um porta-voz do Google, "e estamos a trabalhar para o consertar o o mais rápido possível". Por incrível que pareça, mesmo com todos os conhecimentos técnicos do Google, este "bug" persistiu durante dias, e persiste, muito tempo após o anúncio do Google de que seria rapidamente corrigido. 
Ou talvez não seja tão estranho, à luz da tendência de longa data do Google para favorecer a extrema-esquerda e seus aliados na jihad global. Os críticos queixaram-se durante anos sobre a tendência do Google para decorar o seu logotipo colorido para dias acalentados pela Esquerda, como o Dia da Terra e o Dia Internacional da Mulher, ignorando o Natal e a Páscoa. 
Além disso, o YouTube, pertencente ao Google, removeu mais de uma vez o material crítico do supremacismo e da jihad islâmica, ao mesmo tempo em que permite que o material pró-jihad e o vil material anti-semita permaneçam. As políticas do Google sobre a remoção de vídeos parecem seguir uma linha de esquerda: anti-americano, anti-Israel, pró-jihad.
É também uma coincidência notável que o "bug" não afecte o Google  no Judaísmo, no Cristianismo, no Hinduísmo, no Budismo, e só poupe o Islamismo. A única religião protegida de julgamentos adversos no Google é também a única religião envolvida numa campanha organizada para sufocar a discussão honesta sobre os seus textos e ensinamentos que inspiram a violência.

Ainda há poucos dias o Google foi chamado à responsabilidade, por redireccionar as pesquisas sobre o Holocausto para sites nazis. O Google e as redes sociais NADA têm feito para combater a divulgação do terrorismo islâmico, do Nazismo e do anti-semitismo online, apesar de sucessivos processos judiciais.

"LINHAS VERMELHAS QUE NÃO DEVEM SER TRANSPOSTAS"

Os petrodólares compram jornalistas e políticos. 

Em 2008, Ekmeleddin Ihsanoglu, o secretário-geral da Organização das Conferências Islâmicas (OIC), o maior bloco eleitoral das Nações Unidas, que congrega 57 Estados, alertou o Ocidente sobre as "linhas vermelhas que não devem ser cruzadas" em relação à liberdade de expressão sobre o Islão e sobre o terrorismo. 
Desde há anos, a OCI tem liderado um esforço na ONU para obrigar os Estados membros a criminalizarem o que chama de "difamação das religiões", mas que significa claramente a proibição de qualquer discussão honesta dos textos e ensinamentos do Islão, que os jihadistas invocam para justificar a violência e o Supremacismo.  
Curiosamente, a OIC reforçou esta campanha na esteira da publicação de caricaturas de Maomé num jornal dinamarquês, que provocou distúrbios muçulmanos em todo o mundo. O Google, no momento em que os tumultos estavam no auge, foi obediente e removeu os vídeos do YouTube que se referiam aos tumultos provocados pelas caricaturas. 
Quando a OIC (Organização das Conferências Islâmicas) manda no Google, não são sequer necessárias leis internacionais para silenciar a liberdade de expressão. Como a generalidade da Esquerda, o Google parece empenhado em apoiar a guerra do bloco islâmico contra a liberdade de expressão, e em submeter-se aos ditames totalitários e brutais da OCI, abstendo-se voluntariamente de fazer qualquer coisa que possa ofender os muçulmanos. 
Embora a restrição às sugestões de busca automatizada possa parecer coisa insignificante, o que tal revela sobre a submissão às sensibilidades islâmicas sobre qualquer crítica ao islamismo, é tudo menos trivial. 
Além do mais, sendo o Google de longe o principal motor de busca, a ideia de que os não-muçulmanos ocidentais devem vergar-se à vontade dos muçulmanos facilmente ofendidos estabelece um precedente que só pode dar frutos amargos no futuro.  
Em última análise, o Google e todos os indivíduos, grupos, empresas e autoridades governamentais no Ocidente, terão que decidir se vão representar os princípios duramente conquistados da liberdade de expressão e da livre investigação, ou enfrentar o supremacismo e a intimidação islâmica. Quando a censura é voluntária e auto-imposta, como no caso do Google, é ainda mais vergonhoso.


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- Este artigo, por nós traduzido, é da autoria de Robert Spencer e foi publicado há 7 anos no FrontPage Mag. Não só permanece actual, como a censura tem apertado ainda mais. Os jornalistas são quase todos islamófilos e de extrema-esquerda, e promovem a islamização do Mundo Livre, mentindo e omitindo. São bem pagos para o fazerem, aliás. E o capital islamista tem entrado a rodos na Internet, para a controlar, como já controla a Imprensa tradicional.
O ex-líder do Ku Klux Klan, David Duke, foi notícia por ter postado um vídeo em que acusa os judeus de estarem a organizar (sempre o famoso plano para dominar o Mundo, que nunca se concretiza...) a "limpeza étnica dos brancos, ou seja, dos Americanos e dos Europeus". Peter Barron, da Google, afirma que o vídeo não reúne condições para ser removido. Ou seja: o YouTube censura os factos e permite as mentiras.


Para a ditadura vigente, dizer a VERDADE sobre o Islão, é crime de "islamofobia".

O melhor videoclipe de sempre!